Outra estória
E o que vem agora?
Ficar pensando?
O amanhã já é outra estória
e eu,
embriagado de ontens,
lúcido demais, quase cego.
Então,
sopre leve a brasa no meu peito,
reacenda o que há em mim,
deixe-me abrir os braços.
E o que vem agora?
Ficar pensando?
O amanhã já é outra estória
e eu,
embriagado de ontens,
lúcido demais, quase cego.
Então,
sopre leve a brasa no meu peito,
reacenda o que há em mim,
deixe-me abrir os braços.